quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Calma, não mude de página, ainda não acabei de ler!

Eu sei que vai doer...

mas logo depois dessa dor que acharás que é insuportável, você encontrará o melhor sorriso que pudestes dar...

Pare!

Não se preocupe com nada, mas nada mesmo, ao menos que isso te leve ao ponto mais impecável de sua vida. Sabe, aquele ponto em que tudo realmente é nomeado de FELICIDADE!

Florbela Espanca


Meus êxtases, meus sonhos, meus cansaços...
 São os teus braços dentro dos meus braços,
Via Láctea fechando o Infinito.

Voar...


Pra bem longe!

Florbela Espanca

Escreve-me! Ainda que seja só Uma palavra, uma palavra apenas, Suave como o teu nome e casta Como um perfume casto d’açucenas!

Florbela Espanca

 Eu não sou boa nem quero sê-lo, contento-me em desprezar quase todos, odiar alguns, estimar raros e amar um.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

*-*

Maria Gadú - João de Barro.

Oh meu Deus me traz de volta essa menina
Porque tudo que eu tenho é o seu amor
João de Barro eu te entendo agora
Por favor me ensine como guardar meu amor.

-

Henfil

Se não houver frutos, valeu a beleza das flores;
se não houver flores, valeu a sombra das folhas;
se não houver folhas, valeu a intenção da semente.

Cora Coralina.

Fiz a escalada da montanha da vida
removendo pedras e plantando flores.

Maria Gadú - Bela flor.

Que dance a linda flor girando por aí
Sonhando com amor sem dor, amor de flor
Querendo a flor que é, no sonho a flor que vem
Ser duplamente flor, encanta colore e faz bem.


Liberte-se!

Mahatma Gandhi.

Não existe um caminho para a felicidade. A felicidade é o caminho.

Quando mentir for preciso, poder falar a verdade.

 - Maria Gadú-

Cada um tem uma história,

seja ela triste, feliz, de amor, de ódio, com conforto, com falta de tudo, com muitos amigos, com vários inimigos... cada um tem uma pra contar, e não importa a intensidade... é a sua história, não a esconda, você tem muito pra aprender com ela!

Como será?

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Quem sou eu pra dar conselhos a alguém?

Se nem eu consigo fazer as coisas certas e tomar decisões melhores...

Nicole Bahls.

Tenho celulite, não sou perfeita e prefiro cuidar um pouco da carne e mais da alma...
 corpo se decompõe.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Florbela Espanca.

Nunca fui como todos
Nunca tive muitos amigos
Nunca fui favorita
Nunca fui o que meus pais queriam
Nunca tive alguém que amasse
Mas tive somente a mim
A minha absoluta verdade
Meu verdadeiro pensamento
O meu conforto nas horas de sofrimento
não vivo sozinha porque gosto
e sim porque aprendi a ser só...



Amar!

Eu quero amar, amar perdidamente!
Amar só por amar: Aqui... além...
Mais Este e Aquele, o Outro e toda a gente
Amar! Amar! E não amar ninguém!

Recordar? Esquecer? Indiferente!...
Prender ou desprender? É mal? É bem?
Quem disser que se pode amar alguém
Durante a vida inteira é porque mente!

Há uma Primavera em cada vida:
É preciso cantá-la assim florida,
Pois se Deus nos deu voz, foi pra cantar!

E se um dia hei-de ser pó, cinza e nada
Que seja a minha noite uma alvorada,
Que me saiba perder... pra me encontrar...



Não esqueça se sorrir sempre...

muitas pessoas preferem que você finja ser feliz
 do que te emprestar o ombro que chamam de amigo!
-BHF-

Você me faz perder o controle...

mais do que imaginava!

Não tenha medo de usar seu lado mau se for preciso!

Nunca acorde, sem ter sonhado por mais ou menos 5 minutos!

Não vou repetir, é fácil:

Calma,

uma hora tudo isso passa!

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Eu adoro voar!

Já escondi um AMOR com medo de perdê-lo, já perdi um AMOR por escondê-lo.
Já segurei nas mãos de alguém por medo, já tive tanto medo, ao ponto de nem sentir minhas mãos.
Já expulsei pessoas que amava de minha vida, já me arrependi por isso.
Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz, ao ponto de nem conseguir fechar os olhos.
Já acreditei em amores perfeitos, já descobri que eles não existem.
Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram.
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou, já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir.
Já menti e me arrependi depois, já falei a verdade e também me arrependi.
Já fingi não dar importância às pessoas que amava, para mais tarde chorar quieta em meu canto.
Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir.
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam.
Já tive crises de riso quando não podia.
Já quebrei pratos, copos e vasos, de raiva.
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse.
Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar.
Muitas vezes deixei de falar o que penso para agradar uns, outras vezes falei o que não pensava para magoar outros.
Já fingi ser o que não sou para agradar uns, já fingi ser o que não sou para desagradar outros.
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo feliz.
Já inventei histórias com final feliz para dar esperança a quem precisava.
Já sonhei demais, ao ponto de confundir com a realidade... Já tive medo do escuro, hoje no escuro "me acho, me agacho, fico ali".
Já cai inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não cairia mais.
Já liguei para quem não queria apenas para não ligar para quem realmente queria.
Já corri atrás de um carro, por ele levar embora, quem eu amava.
Já chamei pela mamãe no meio da noite fugindo de um pesadelo. Mas ela não apareceu e foi um pesadelo maior ainda.
Já chamei pessoas próximas de "amigo" e descobri que não eram... Algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais para mim.
Não me dêem fórmulas certas, porque eu não espero acertar sempre.
Não me mostre o que esperam de mim, porque vou seguir meu coração!
Não me façam ser o que não sou, não me convidem a ser igual, porque sinceramente sou diferente!
Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão.
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma pra SEMPRE!
Gosto dos venenos mais lentos, das bebidas mais amargas, das drogas mais poderosas, das idéias mais insanas, dos pensamentos mais complexos, dos sentimentos mais fortes.
Tenho um apetite voraz e os delírios mais loucos.
Você pode até me empurrar de um penhasco q eu vou dizer:
- E daí? EU ADORO VOAR!



Tutorial de maquiagem: olho de gatinho.

Tutorial de maquiagem: olhos dramáticos Fotos | Tutorial de maquiagem: olhos dramáticos Imagens - Yahoo! Mulher Brasil:

Ser criança...

Ser criança é achar que o mundo é feito de fantasias,Sorrisos e brincadeiras.
Ser criança é comer algodão doce e se lambuzar.
Ser criança é acreditar num mundo cor de rosa.
Cheio de pipocas
Ser criança é olhar e não ver o perigo.
Ser criança é sorrir e fazer sorrir.
Ser criança é chorar sem saber porque.
Ser criança é se esconder para nos preocupar.
Ser criança é pedir com os olhos.
Ser criança é derramar lágrima para nos sensibilizar.
Ser criança é isso e muito mais.
É nos ensinar que a vida, apesar de difícil,
Pode tornar-se fácil com um simples sorriso.
É nos ensinar que criança só quer carinho e afeto.
É nos ensinar que, para sermos felizes,
Basta apenas olharmos para uma criança.

Cora Coralina.

Meu epitáfio

Morta... serei árvore,
serei tronco, serei fronde
e minhas raízes
enlaçadas às pedras de meu berço
são as cordas que brotam de uma lira.

Enfeitei de folhas verdes
a pedra de meu túmulo
num simbolismo
de vida vegetal.

Não morre aquele
que deixou na terra
a melodia de seu cântico
na música de seus versos.


A vida é curta, mantenha-se acordado para isso!

Cecília Meireles.

Adestrei-me com o vento e minha festa é a tempestade.

Amor.


(Malena Flores)

Cecília Meireles.

Aprendi com as Primaveras a me deixar cortar
 para poder voltar sempre inteira.

Cecília Meireles.

Tenho fases, como a Lua; fases de ser sozinha, fases de ser só sua.

Cecília Meireles.

Primavera.

A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no calendário, nem possua jardim para recebê-la. A inclinação do sol vai marcando outras sombras; e os habitantes da mata, essas criaturas naturais que ainda circulam pelo ar e pelo chão, começam a preparar sua vida para a primavera que chega.

Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.

Há bosques de rododendros que eram verdes e já estão todos cor-de-rosa, como os palácios de Jeipur. Vozes novas de passarinhos começam a ensaiar as árias tradicionais de sua nação. Pequenas borboletas brancas e amarelas apressam-se pelos ares, — e certamente conversam: mas tão baixinho que não se entende.

Oh! Primaveras distantes, depois do branco e deserto inverno, quando as amendoeiras inauguram suas flores, alegremente, e todos os olhos procuram pelo céu o primeiro raio de sol.

Esta é uma primavera diferente, com as matas intactas, as árvores cobertas de folhas, — e só os poetas, entre os humanos, sabem que uma Deusa chega, coroada de flores, com vestidos bordados de flores, com os braços carregados de flores, e vem dançar neste mundo cálido, de incessante luz.

Mas é certo que a primavera chega. É certo que a vida não se esquece, e a terra maternalmente se enfeita para as festas da sua perpetuação.

Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento que quiserem, independentes deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão outros, com outros cantos e outros hábitos, — e os ouvidos que por acaso os ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que, outrora se entendeu e amou.

Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul. Escutemos estas vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra. Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam com suas roupas de chita multicor.

Tudo isto para brilhar um instante, apenas, para ser lançado ao vento, — por fidelidade à obscura semente, ao que vem, na rotação da eternidade. Saudemos a primavera, dona da vida — e efêmera.



quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Rubens Fonseca


Uma palavra grosseira, uma expressão bizarra,
ensinou-me por vezes mais do que dez belas frases.

 

Rubens Fonseca

Pois o belo muda, o saber muda, a inteligência muda, a medida muda. Mas o desejo é inalterável.

A maré.

   Procurei este lugar por causa das nuvens escuras. Não lembro se deixei algo lá atras. faz tanto tempo. agora é noite, uma noite escura e chuvosa. De um lado vejo a escuridão ameaçadora do mar e do outro o aconchego de algumas casas. Brilham como dentes falhados numa boca infinita. 
Só caminho. Não posso me aproximar das vidraças, assusto. 
O que voce diria a um estranho se ele olhasse para a sua janela?
 
Essa costa é meio corda bamba meio serena, Me convida a caminhar, não posso parar.
 
Quando amanhece, balanço minha carcaça velha e espero. até rio, algo brilha entre aquele monte de poeira e limo que é meu corpo. Igual duas jabuticaba brilhante.
 
De manhã o mar parece menos ameaçador. Dá preguiça, vontade de dormir e recuperar as noites perdidas. O sol vai levantando e nada de café da manhã ou acorde senhor. Talvez ainda estejam dormindo. Dez horas da manhã a fome fala mais alto. Me alimento de um peixe do mar, e muito sentido recomeço meu caminho.
 
Uma voz me chama, acho que é alguém. Vou me aproximando desconfiado, era engano. pelo menos ganho um cigarro.
 
Bem que podia ser o almoço. Sem demonstrar meu desapontamento, vou embora mais uma vez. Penso em mostrar o quanto caminhei, mas o vento havia apagado meus passos mais distantes. Minha palavra não vale muito quando dita a uma pessoa estranha. Logo, é como se acabasse de existir nos lugares onde passo.
 
Nesse litoral, as noites são muito longas em comparação aos dias. Acredito até que os tempos de sol sejam aleatórios. Esse litoral me prega peças.
 
vai anoitecer outra vez, nem deu tempo de entarder.
 
Desta vez, rezo para que o frio e a escuridão voltem logo. pois fez calor, e o máximo que posso fazer é me abanar, não tenho a sombra de uma varanda, nem agua doce para tirar o sal da agua do mar.
 
A distancia é cada vez maior entre eu e a dona do cigarro. Queria uma tempestade de areia para me esconder dela.
 
Quando sua imagem fica pequena o bastante para não poder divisar meus movimentos, olho para trás. So vejo sua silhueta entrando em casa.
 
Nada como uma noite após a outra.
 
Promessas que prometi cumprir!
 
Dessa vez não tomo remédio, caio de joelhos de frente para o mar, olhos injetados e vermelhos. A agonia é indescritível, a confusão.me falta um norte.
 
Tudo se torna engraçado, o mar, as vidraças, os jantares por trás das vidraças, tudo engraçado.
 
Entro num estado de moral catatônica, não tenho noção do que faço, além de rir.
 
O coração aperta no primeiro nível,
 
As lágrimas vem no segundo e secam no terceiro.
 
O quarto é um riso doente.
 
E finalmente chega o quinto!
 
O grito da loucura.
 
Me acalmo e deito em posição fetal. é só o começo do sofrimento. agora são os que fogem da luz do dia, me tocam onde ainda dói, onde nem lembro do que fui.
 
e adormeço.
 
amanhece rápido, mal dá tempo de dormir.
 
dia nublado, meio noite meio dia, me faz lembrar de momentos que nunca vivi.


quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Adriana Falcão - Definições.


Saudade é quando o momento tenta fugir da lembrança para acontecer de novo e não consegue.

Lembrança é quando, mesmo sem autorização, seu pensamento reapresenta
um capítulo.

Angústia é um nó muito apertado bem no meio do sossego.

Preocupação é uma cola que não deixa o que ainda não aconteceu sair de seu pensamento.

Indecisão é quando você sabe muito bem o que quer mas acha que devia querer outra coisa.

Certeza é quando a idéia cansa de procurar e pára.

Intuição é quando seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido.

Pressentimento é quando passa em você o trailer de um filme que pode ser que nem exista.

Vergonha é um pano preto que você quer pra se cobrir naquela hora.

Ansiedade é quando sempre faltam muitos minutos para o que quer que seja.

Interesse é um ponto de exclamação ou de interrogação no final do sentimento.

Sentimento é a língua que o coração usa quando precisa mandar algum recado.

Raiva é quando o cachorro que mora em você mostra os dentes.

Tristeza é uma mão gigante que aperta seu coração.

Felicidade é um agora que não tem pressa nenhuma.

Amizade é quando você não faz questão de você e se empresta pros outros.

Culpa é quando você cisma que podia ter feito diferente mas, geralmente, não podia.

Lucidez é um acesso de loucura ao contrário.

Razão é quando o cuidado aproveita que a emoção está dormindo e assume o mandato.

Vontade é um desejo que cisma que você é a casa dele.

Paixão é quando apesar da palavra ¨perigo¨ o desejo chega e entra.

Amor é quando a paixão não tem outro compromisso marcado.
Não... Amor é um exagero... também não.
Um dilúvio, um mundaréu, uma insanidade, um destempero, um despropósito, um descontrole, uma necessidade, um desapego?

Talvez porque não tenha sentido, talvez porque não tenha explicação,
Esse negócio de amor, não sei explicar.



O Rappa.

A vitória de um homem
As vezes se esconde
Num gesto forte
Que só ele pode ver...



terça-feira, 20 de setembro de 2011

Augusto Cury

Apesar dos nossos defeitos, precisamos enxergar que somos pérolas únicas no  teatro da vida e entender que não existem pessoas de sucesso e pessoas fracassadas. O que existem são pessoas que lutam pelos seus sonhos ou 
desistem deles.







Clarice Lispector.

Quem eu sou, você só vai perceber quando olhar nos meus olhos, ou melhor, além deles.



Se pra quem está por fora já se torna confuso...

imagina eu que estou dentro de mim!

Sorte a minha

se eu fosse mesmo o que as pessoas pensam que eu acho de mim!